Levy pede rapidez no ajuste fiscal e mais dinheiro para as…

Levy pede rapidez no ajuste fiscal e mais dinheiro para as elétricas

O ministro da Fazenda pediu rapidez na definição das medidas de ajuste fiscal no Congresso e reforçou a gravidade da situação financeira do país. Levy também descartou a redução da meta de superavit mas garantiu que a desoneração da folha ainda é importante.
(Folha)

Bancos vão socorrer as distribuidoras de energia pela terceira vez em menos de um ano. O aporte agora é de R$ 3,1 bi. O próprio ministro da Fazenda se reunião com os principais Bancos do país para explicar porque considera importante esse financiamento. Para Levy, dinheoro pode evitar o avanço ainda maior dos índices de inflação.
(Valor)

O STF deve autorizar a investigação de 45 deputados e senadores, de cinco partidos, que estariam na lista da Lava Jato. A Procuradoria Geral da República pediu 28 inquérios envolvendo 54 pessoas.
(Estadão, Globo)

PT está isolado na CPI da Petrobras. O presidente da Comissão criou quatro subrelatorias, uma das quais entregue ao PSDB. Dessa forma, enfraqueceu os trabalhos do relator, o petista Luiz Sérgio.
(Globo)

E a lista da Lava Jato chacoalha a política brasileiraCâmara…

E a lista da Lava Jato chacoalha a política brasileira

Câmara aprova a ampliação da idade de aposentadoria de ministros de tribunais por 318 votos a 131 – a PEC da Bengala. Agora, Dilma só fará mais indicações para o STF se algum ministro de aposentar volutariamente. A aprovação da PEC foi considerada mais uma derrota do Planalto, que ainda promete vetar a nova tabela de correção do Imposto de Renda.
(Globo)

O vazamento da informação de que os presidentes da Câmara e do Senado foram citados na lista da Operação Lava Jato agravou a crise entre o Congresso e Planalto. Ontem, a presidente se reunião com líderes de partidos do Congresso para tentar aprovar o ajuste fiscal, já pré-condenado por Renan Calheiros.
(Estadão)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot recomendou ao STF que não seja aberta investigação sobre Dilma nem sobre Aécio. Eles foram citados em delação premiada da Lava Jato. Como os documentos são sigilosos, não se sabe o contexto das menções. O ministro Teori Zavascki analisa os pedidos.
(Folha)

O ajuste fiscal pode ser feito sem o Congresso, é o que afirmam os analistas. Do potencial de R$ 111 bi, anunciados pela equipe econômica, só 22% dependem de aprovação do Legislativo. Os R$ 87 bi restantes cabem ao Executivo.
(Valor)

Senado devolve MP ao Executivo em retaliação a nomes da lista da…

Senado devolve MP ao Executivo em retaliação a nomes da lista da Lava Jato

O presidente do Senado, Renan Calheiros, devolveu a MP 669, que reverteu a desoneração da folha de pagamaneot das empresas. A atitude de Calheiros agravou a crise política entre governo e base aliada, especialmente o PMDB. O Executivo, mesmo pego de surpresa, agiu rápido e enviou ao Congresso um projeto de lei, com urgência constitucional, mantendo o teor da medida. Para o Planalto, a reação do presidente do Senado foi reflexo de seu nome na lista da Operação Lava Jato. Eduardo Cunha, presidente da Câmara, também está na lista, enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao relator do caso no STF, Teori Zavascki. Após a retaliação, Renan foi aplaudido de pé no plenário do Senado.
(Valor, Folha)

Nessa terça, Rodrigo Janot entregou ao STF a lista com 54 citados como beneficiários do esquema de corrupção na Petrobas. Investigadores pedem aval da Justiça para apurar se os suspeitos, entre eles, vários parlamentares, têm realmente relação com os crimes. Os nomes da lista de fato não foram divulgados oficialmente porque o caso está sob sigilo de Justiça.
(Folha, Estadão, Globo)

Empresas não pretendem investir e Petrobras vende…

Empresas não pretendem investir e Petrobras vende ativos

Petrobras planeja vender US$ 13,7 bi em ativos. A ação faz parte da reconstrução da imagem da empresa para os investidores. A medida foi bem recebida pelo mercado. Ao vender ativos e restringir investimentos, a Petrobras encolhe, ao mesmo tempo em que concentra atividades em negócios considerados estratégicos, como o pré-sal.
(Estadão)

Rodrigo Janot, procurador-geral da República afirmou que “quem tiver que pagar, vai pagar”, referindo-se aos indiciados da Lava Jato. A revelação dos nomes dos acusados deve sair até o final da semana.
(Folha, Globo)

Empresas de capital aberto tendem a reduzir investimentos em 2015. O levantamento foi feito pelo Valor, em balanços do quarto semestre de 21 empresas não fininanceiras. Apenas sete empresas preveem ampliação de aportes, apesar do contexto macroeconômico.
(Valor)

Empresas da Lava Jato pedem dinheiro ao BNDES e falta de apoio…

Empresas da Lava Jato pedem dinheiro ao BNDES e falta de apoio para ajustes fiscais

Tramita no BNDES pedidos de financiamento das empresas envolvidas na Lava Jato no montante total de R$ 31,1 bi. O levantamento, feito pelo Estadão, mapeou nove pedidos, incluindo empréstimo à Sete Brasil – fornecedora criada para alugar sondas para a Petrobras e cuja situação financeira é crítica.
(Estadão)

Levantamento feito pelo Globo entre parlamentares do PT revela que a grande maioria é contra o ajuste fiscal do governo. Do total de 70 parlamentares, 59 foram ouvidos e 40 disseram não concordar com as propostas. O PMDB cobra o apoio dos petistas ao ajuste, para não ter que carregar sozinho o ônus de defender medidas impopulares
(Globo)

Operação articulada nos bastidores da Câmara, entre PMDB e o presidente da CPI da Petrobras pretende isolar o PT na nova comissão. O objetivo é limitar os trabalhos de investigação ao governo Lula e Dilma (2005-2015).
(Folha)

A primeira rodada de corte de gastos já soma R$ 111 bi. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy acredita que as medidas anunciadas até agora serão sufientes para garantir o cumprimento da meta de superávit primário de 1,2% do PIB neste ano.
(Valor)

Cortes de despesas para arrumar a casa atingem PAC e Minha Casa Melhor

Cortes de despesas para arrumar a casa atingem PAC e Minha Casa Melhor

Decreto do governo limita a R$ 75,1 bi as despesas dos ministérios em custeio e investimentos até abril. Se for mantido até o final do ano, o ajuste pode significar um corte de 22,5% no Orçamento da União. O governo cortou ainda novos financiamentos do Minha Casa Melhor e verbas do PAC. Mais medidas fiscais estão sendo cogitadas e podem ser anunciadas ainda nessa sexta.
(Globo, Estadão, Folha)

O primeiro resultado fiscal, apresentado pela nova equipe econômica do governo, inverteu a trajetória de gastos dos últimos anos. Em janeiro, os gastos da União caíram 4,07% em termos reais, se comparados ao mesmo mês de 2014. É a primeira queda no mês de janeiro, desde 2010. A queda foi puxada pelo corte de investimentos.
(Valor)

Perde a Petrobras, perde a economia – nas capas dessa quinta

Perde a Petrobras, perde a economia – nas capas dessa quinta

As ações da Petrobras cairam 5% ontem, depois da perda do grau de investimento da agência de classificação de risco Moody’s. A decisão da Moody’s afeta diretamente o curso de novas dívidas que a estatal precisa fazer para rolar os R$ 50 bi que vencem até 2016. A Petrobras deve, também, fechar de vez o mercado externo para captações de empresas brasileiras – que já não estava favorável graças ao aumento da percepção de risco da economia do país.
(Estadão)

A arrecadação do país caiu pela quarta vez seguida em janeiro e a confiança do consumidor bateu recorde negativo. A divulgação dos novos dados negativos sobre a economia ampliou o ceticismo do mercado quanto ao ajuste fiscal proposto pelo governo. Para atingir (economizar 1,2% do PIB) o governo planeja aumentar tributos e cortar gastos.
(Folha)

O governo bloqueou R$ 32,6 bi de despesas contratadas para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A jusificativa foi a dificuldade para aprovar o ajuste fiscal no Congresso. Ficaram sem dinheiro projetos já licitados mas ainda não iniciados. Além disso, a União tem atrasado repasses para obras de infraestrutura, causando redução no ritmo de trabalho nos canteiros de obras. Agora, só em julho o Planalto decidirá se mantém ou não o bloqueio.
(Globo)