Derrota do governo na Câmara, o poder do Mercosul e rodízio de água, nas capas dessa terça

Câmara derrota o governo e aprova orçamento impositivo, que obriga a execução das emendas individuais dos parlamentares e reduz o poder de negociação do Planalto para aprovação dos projetos. A decisão impede que o governo congele o desembolso das emendas para pressionar o Congresso.
(Globo, Estadão)

PMDB vai presidir comissão que pretente discutir a reforma política, na Câmara. O partido decidiu adotar uma agenda independente do governo. Os líderes alegam falta de diálogo com Planalto.
(Estadão)

Ano passado, houve queda de 34% na exportação de bens de capital do Mercosul para a Argentina. O bloco perdeu lugar para a China, que aumentou suas exportações em 13% para o país. Analistas afirmam que o Mercosul vai perder espaço e que os embarques de Pequim para Buenos Aires vão aumentar. Cristina Kirshner assinou acordos de financiamentos com diversas áreas do país oriental, na semana passada.
(Valor)

O aumento no volume de chuvas neste mês e a obra de interligação da represa Billings com o sistema Alto Tietê fizeram Geraldo Alckimin adiar a decisão de implantação de rodízio de água na Grande São Paulo. No momento, o fim deste mês é o prazo limite do governo estadual para definir a implantação pela do rodízio.
(Folha)

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