Dilma Rousseff ganhou mais quinze dias no prazo para se defender das acusações de irregularidades nas contas de 2014, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). O pedido de extensão de prazo teria sido pedido por um senador da base aliada ao TCU. A votação das contas do governo anterior de Dilma devem ocorrer em outubro. O governo aposta que, no período, possa ocorrer um resfriamento da crise política e a análise das contas se dê num clima mais favorável.
(Folha, Estado, Globo)

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pretende ver aprovada, ainda esse ano, três das 27 medidas negociadas com o Senado, no acordo político dessa semana. Os esforços de Levy serão concentrados na reversão da desoneração da folha de pagamento, aprovação das reformas do ICMS e do PIS/Cofins  e a aprovação do projeto de repatriação de capitais. O objetivo é reforçar o caixa da União.
(Valor)

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